Ministério da Mulher

Maria, a mãe de Jesus

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E eis que em teu ventre conceberás, e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus. Lucas 1:30

Quando a Majestade do Céu Se tornou um bebê, e foi confiado a Maria, não tinha ela muito que oferecer pelo precioso dom. Levou ao altar apenas duas rolas, oferta designada para os pobres; mas foram um sacrifício aceitável ao Senhor. Não podia apresentar tesouros raros como os sábios do Oriente, que foram a Belém para os depor diante do Filho de Deus; contudo a mãe de Jesus não foi rejeitada devido à insignificância de sua dádiva. Foi a voluntariedade de seu coração que o Senhor tomou em consideração, e seu amor tornou suave a oferta. Assim aceitará Deus a nossa dádiva embora seja ela pequena, se for o melhor que temos, e for oferecida por amor a Ele.

Desde o dia em que ouvira o anúncio do anjo, no lar de Nazaré, entesourara Maria todo sinal de que Jesus era o Messias. Sua doce e abnegada existência assegurava-lhe que Ele não podia ser outro senão o Enviado de Deus. Mas sabia também que sofreria junto ao seu Filho pelos pecados da humanidade. No dia da crucifixão, a mãe de Jesus, apoiada por João, o discípulo amado, seguira seu Filho ao Calvário.

Toda mulher que verdadeiramente ame outra pessoa: filho, cônjuge, pais, amigo, conhece o compromisso que este sacrifício requere, a dor que o amor pode causar. O chamado para amar é arriscado; ao aceita-lo estamos nos expondo ao perigo. Mas é este o chamado que Deus estende a cada uma de nós. Ele nos convida a amar, a correr o risco e responde como Maria o fez: Eis aqui a serva do Senhor; cumpra-se em mim segundo a tua palavra.

Fonte: Filhas de Deus – Ellen White, Histórias Bíblicas ADVIR

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