{"id":210,"date":"2014-07-23T13:37:19","date_gmt":"2014-07-23T16:37:19","modified":"2014-07-24T14:36:38","modified_gmt":"2014-07-24T17:36:38","slug":"opiniao-de-ellen-white-sobre-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/espiritodeprofecia\/opiniao-de-ellen-white-sobre-psicologia\/","title":{"rendered":"A opini\u00e3o de Ellen White sobre a psicologia"},"content":{"rendered":"<p>Tr\u00eas escolas de cura prevaleciam no tempo de Ellen White \u2013 mesmerismo, frenologia e a cura pelo descanso \u2013 que influenciaram seus coment\u00e1rios sobre quest\u00f5es psicol\u00f3gicas e de sa\u00fade mental. White se op\u00f4s firmemente a todas as tr\u00eas. Em 1886, escreveu: \u201cAs ci\u00eancias da frenologia, da psicologia e mesmerismo s\u00e3o os condutos pelos quais ele [Satan\u00e1s] chega mais diretamente a esta gera\u00e7\u00e3o e atua com esse poder que deve caracterizar seus esfor\u00e7os pr\u00f3ximo do fim do tempo da gra\u00e7a.\u201d<sup>6<\/sup><\/p>\n<p><em>Mesmerismo<\/em>. Durante os primeiros anos de minist\u00e9rio, Ellen White foi repetidamente for\u00e7ada a confrontar o mesmerismo e seus m\u00e9todos de manipula\u00e7\u00e3o da mente. Nos Estados Unidos, em meados do s\u00e9culo 19, o magnetismo animal era uma filosofia de cura popular. Originada pelo m\u00e9dico Franz Anton Mesmer (1734-1815), ensinava que um fluido magn\u00e9tico invis\u00edvel permeou o universo. Mesmer teorizou que a doen\u00e7a produziu um desequil\u00edbrio desse fluido dentro do corpo humano, o que poderia ser curado atrav\u00e9s do uso de \u00edm\u00e3s e de corrente el\u00e9trica. Eventualmente, ele abandonou o uso de \u00edm\u00e3s e prop\u00f4s que o \u201ccorpo do curandeiro\u201d, permeado com magnetismo animal, podia redirecionar o fluido magn\u00e9tico do paciente sem a utiliza\u00e7\u00e3o de \u00edm\u00e3s. O objetivo era o de induzir a uma \u2018crise\u2019, alterando o estado mental do indiv\u00edduo, por meio de febre, del\u00edrio, convuls\u00f5es, choro descontrolado, contra\u00e7\u00f5es musculares nervosas. Mesmer viu essas manifesta\u00e7\u00f5es como sintomas saud\u00e1veis de cura. Sugestionabilidade e domin\u00e2ncia foram utilizados para produzir um transe e, assim, realinhar o corpo.<sup>7<\/sup>\u00a0Mais tarde, James Braid redefiniu o termo \u201cmesmerismo\u201d como hipnotismo, e Mesmer ficou conhecido como o pai da moderna hipnose.<sup>8<\/sup><\/p>\n<p>Em 1845, Ellen White foi for\u00e7ada a confrontar Joseph Turner, um proeminente ministro adventista milerita no Maine. Turner estava usando o mesmerismo. Ele ainda tentou mesmerizar ou hipnotizar White. Em uma ocasi\u00e3o, ela estava em uma reuni\u00e3o onde ele tentou manipul\u00e1-la. \u201cEle tinha os olhos voltados diretamente de seus dedos, e os olhos dele pareciam serpentes, o mal.\u201d<sup>9<\/sup>\u00a0Suas experi\u00eancias ao confrontar esse homem, juntamente com sua orienta\u00e7\u00e3o vision\u00e1ria, a colocaram em oposi\u00e7\u00e3o \u00e0s modalidades de controle hipn\u00f3tico da mente que eliminavam de uma pessoa a independ\u00eancia mental e liberdade dadas por Deus. Ela escreveu muito direta e especificamente sobre esse t\u00f3pico. \u201cN\u00e3o \u00e9 des\u00edgnio de Deus que nenhuma criatura humana submeta a mente e a vontade ao dom\u00ednio de outra, tornando-se um instrumento passivo em suas m\u00e3os [...]. N\u00e3o deve considerar nenhum ser humano como fonte de cura. Sua confian\u00e7a deve estar em Deus.\u201d<sup>10<\/sup>\u00a0Em cartas durante 1901 e 1902 para A.J.Sanderson e sua esposa, que foram diretores m\u00e9dicos do Sanat\u00f3rio Santa Helena, Ellen White advertiu para os perigos do hipnotismo. \u201cMantenham-se afastados de tudo o que tenha sabor a hipnotismo, a ci\u00eancia pela qual as ag\u00eancias sat\u00e2nicas trabalham.\u201d<sup>11<\/sup>\u00a0Ela identificou a caracter\u00edstica do hipnotismo que mais a preocupava e revelou um dos seus valores fundamentais na cura mental. \u201cA teoria de mente controlar mente \u00e9 originada por Satan\u00e1s para introduzir-se como o trabalhador-chefe para colocar filosofia humana onde deveria estar filosofia divina [...]. O m\u00e9dico deve educar o povo a olhar do humano para o divino.\u201d<sup>12<\/sup><\/p>\n<p><em>Frenologia<\/em>. Foi uma teoria popularizada na Am\u00e9rica durante os meados do s\u00e9culo 19 por Orson S. Fowler e seu irm\u00e3o Lorenzo N. Fowler. A frenologia sustentou que a forma da cabe\u00e7a de uma pessoa determinava o seu car\u00e1ter e personalidade. Embora baseada em uma premissa falaciosa, foi amplamente aceita como aut\u00eantica na \u00e9poca. Ellen White se op\u00f4s a essa modalidade. Em 1893, escreveu sobre a frenologia como \u201cv\u00e3 filosofia, se gloriando em coisas que n\u00e3o entendem, pressupondo um conhecimento da natureza humana que \u00e9 falso\u201d.<sup>13<\/sup><\/p>\n<p><em>Cura pelo descanso<\/em>. A modalidade \u201ccura pelo descanso\u201d foi defendida por Silas Weir Mitchell como resposta a dist\u00farbios nervosos. Mitchell defendeu o descanso completo e a aus\u00eancia de todos os est\u00edmulos sensoriais. Esse m\u00e9todo exigia que o sujeito n\u00e3o tivesse visitas, cartas, leituras, escritos, banhos, exerc\u00edcios, ou mesmo a presen\u00e7a de luz ou som. O descanso era para ser aplicado sem interrup\u00e7\u00e3o e prolongadamente. Ellen White contradisse essa opini\u00e3o: \u201c[...] E ao doente [mental] deveria ser ensinado que \u00e9 errado suspender todo trabalho f\u00edsico para recuperar a sa\u00fade.\u201d<sup>14<\/sup><\/p>\n<p>As bases filos\u00f3ficas dessas tr\u00eas modalidades do s\u00e9culo 19, embora populares na \u00e9poca, t\u00eam-se mostrado fraudulentas. Quando Ellen White usou os termos \u201cpsicologia\u201d e \u201cci\u00eancia\u201d, estava falando desses falsos e err\u00f4neos movimentos, e n\u00e3o das modernas defini\u00e7\u00f5es desses termos. Em uma ocasi\u00e3o, escreveu positivamente quando usou o termo \u201cpsicologia\u201d em um sentido mais geral. \u201cOs verdadeiros princ\u00edpios da psicologia encontram-se nas Sagradas Escrituras. O homem desconhece o seu pr\u00f3prio valor. Age de acordo com o seu inconfesso temperamento do car\u00e1ter, porque n\u00e3o olha para Jesus, Autor e Consumador de sua f\u00e9.\u201d<sup>15<\/sup>\u00a0Para Ellen White, a correta \u201cpsicologia\u201d tem uma vis\u00e3o elevada dos seres humanos, como \u00e9 entendida \u00e0 luz do dom de Jesus e do amor de Deus. Para ela, o objetivo dos estudos psicol\u00f3gicos foi como reconectar a pessoa com Deus como o grande m\u00e9dico da mente e da alma.<\/p>\n<h3><strong>Recebendo orienta\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica<\/strong><\/h3>\n<p>Embora tenha sido demonstrado que Ellen White centrou a sua filosofia de sa\u00fade mental e cura em Deus, ela n\u00e3o excluiu o papel dos seres humanos em coopera\u00e7\u00e3o com Deus. Ela deixa claro que Deus pode usar conselheiros para ajudar a levar \u00e0 cura aqueles com doen\u00e7as mental e emocional. \u201cOs servos de Cristo s\u00e3o Seus representantes, instrumentos pelos quais opera. Ele deseja, por interm\u00e9dio dos mesmos, exercer o Seu poder de curar.\u201d<sup>16<\/sup>\u00a0Em outra declara\u00e7\u00e3o semelhante, escreveu: \u201cPor interm\u00e9dio de Seus servos, designa Deus que os doentes, os desafortunados e os possessos de esp\u00edritos maus h\u00e3o de escutar Sua voz. Por meio dos instrumentos humanos, Ele deseja ser um Consolador como o mundo desconhece.\u201d<sup>17<\/sup>\u00a0Ela ainda foi imperativa no aconselhamento. \u201cQuando surge uma crise na vida de qualquer pessoa. [...] \u00c9 a vida consistente, a revela\u00e7\u00e3o de um sincero interesse como de Cristo pela a pessoa em perigo, que far\u00e1 o aconselhamento eficaz para convencer e vencer em caminhos seguros.\u201d Aqueles que negligenciam este trabalho \u201cter\u00e3o de dar conta por sua neglig\u00eancia por aqueles que poderiam ter aben\u00e7oado, refor\u00e7ado, apoiado, e curado.\u201d<sup>18<\/sup><\/p>\n<p>A pr\u00f3pria experi\u00eancia de Ellen White como uma conselheira \u00e9 uma aplica\u00e7\u00e3o da presente declara\u00e7\u00e3o. Embora n\u00e3o fosse formada em psicologia, ajudou muitas pessoas a conquistar melhor sa\u00fade emocional e mental durante a sua vida. Para esses dias, seus escritos fornecem um quadro filos\u00f3fico e teol\u00f3gico \u00fatil que apoia a atividade \u201cm\u00e9dico mission\u00e1ria\u201d, assim como chamou as \u00e1reas de psiquiatria e psicologia.<\/p>\n<p>Alguns bem intencionados crist\u00e3os t\u00eam sido relutantes em falar com profissionais de sa\u00fade mental temendo que Deus n\u00e3o queira que contem a outro ser humano seus pecados ou fraquezas. Pensam que procurando ajuda psicol\u00f3gica traem a f\u00e9, porque est\u00e3o procurando a ajuda de seres humanos em vez da de Deus, mas Ellen White \u00e9 clara de que h\u00e1 situa\u00e7\u00f5es em que \u00e9 correto e adequado confiar em outros.<sup>19<\/sup>\u00a0Ela foi uma frequente ouvinte e conselheira para as pessoas com dores e perplexidades. Ela escreveu as seguintes palavras de conforto para um homem na Austr\u00e1lia. \u201cSe os agentes humanos, de quem n\u00f3s poder\u00edamos ser levados a esperar ajuda, faltam para fazer a sua parte, somos confortados no pensamento de que as intelig\u00eancias celestiais n\u00e3o deixar\u00e3o de fazer a sua parte. Elas passar\u00e3o por aqueles cujos cora\u00e7\u00f5es n\u00e3o s\u00e3o tenros e dignos de compaix\u00e3o, gentis e am\u00e1veis, e prontos para aliviarem as desgra\u00e7as dos outros, e v\u00e3o usar qualquer agente humano, que ser\u00e1 tocado com as enfermidades, as necessidades, os problemas, as perplexidades das pessoas por quem Cristo morreu.\u201d<sup>20<\/sup>\u00a0Suas declara\u00e7\u00f5es sobre o papel dos conselheiros humanos mostram que Ellen White permaneceu confiante em que Jesus era o \u00faltimo ajudante e m\u00e9dico. Mas os humanos conselheiros, amigo, m\u00e3e, pastor, m\u00e9dico ou psic\u00f3logo s\u00e3o para ajudar a pessoa como Jesus \u2013 \u201c[...] um Amigo que nunca falha, ao qual podemos confiar todos os segredos do cora\u00e7\u00e3o.\u201d<sup>21<\/sup>\u00a0A cura mental e emocional como a cura f\u00edsica \u00e9 um processo que leva tempo. Ellen White revela um not\u00e1vel grau de sensibilidade para com, por vezes demorado, processo psicol\u00f3gico que requer apoio.<\/p>\n<h3><strong>Conclus\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>A abordagem terap\u00eautica de Ellen White para o tratamento do doente mental centrou-se em uma aplica\u00e7\u00e3o de princ\u00edpios. Ela apoiou o aconselhamento e os m\u00e9todos de cura natural. Sua abrangente rejei\u00e7\u00e3o \u00e0s drogas est\u00e1 baseada em err\u00f4neas filosofias de cura que eram atuais em seus dias e de produtos qu\u00edmicos perigosos de drogas que eram usadas. Suas declara\u00e7\u00f5es contra a \u201cpsicologia\u201d e a \u201cci\u00eancia\u201d est\u00e3o relacionadas a sua oposi\u00e7\u00e3o ao mesmerismo, frenologia, e \u00e0 \u201ccura pelo descanso\u201d. Como conselheira, Ellen White teve extensa intera\u00e7\u00e3o com as pessoas ao longo de sua vida e tratou com diferentes tipos de disfun\u00e7\u00e3o psicol\u00f3gica. Permaneceu simp\u00e1tica e redentora, mesmo quando a condi\u00e7\u00e3o foi particularmente censur\u00e1vel. Ela n\u00e3o tinha qualquer forma\u00e7\u00e3o em sa\u00fade mental e viveu em uma \u00e9poca em que essa ci\u00eancia era ainda rudimentar. No entanto, foi capaz de ser extraordinariamente eficaz em ajudar muitas pessoas. Compreendeu que a devasta\u00e7\u00e3o emocional e mental n\u00e3o era curada instantaneamente e que uma pessoa poderia estar andando com Deus, mas ainda assim necessitava de apoio e orienta\u00e7\u00e3o. Acreditava na necessidade de interven\u00e7\u00e3o direta por outros que eram capazes de aconselhar e orientar. Embora n\u00e3o tenha escrito sobre o papel dos psiquiatras e psic\u00f3logos, escreveu positivamente sobre o tipo de ajuda que pode ser prestada por essas \u00e1reas. N\u00e3o podemos dizer exatamente qual seria a sua rea\u00e7\u00e3o \u00e0 pr\u00e1tica moderna dessas \u00e1reas, mas um estudo da sua vida, escritos e atividades sugerem que ela teria apoiado a pr\u00e1tica psicol\u00f3gica crist\u00e3 que estava em harmonia com uma filosofia b\u00edblica de cura.<\/p>\n<p><em>Merlin D. Burt (Ph.D., Universidade Andrews) \u00e9 diretor do Centro de Pesquisa Adventista Ellen G. White Estate Branch Office, Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, EUA.\u00a0E-mail: burt@andres.ed. Uma parte deste artigo for originalmente apresentada no\u00a0<\/em>Simp\u00f3sio sobre a Cosmovis\u00e3o Crist\u00e3 e Sa\u00fade Mental: Perspectivas dos Adventistas do S\u00e9timo Dia<em>, de 28 de agosto a 2 de setembro de 2008, Rancho Palos Verdes, Calif\u00f3rnia.<\/p>\n<p><\/em>veja mais: <a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/espiritodeprofecia\/uso-de-drogas-na-terapia\/\" target=\"_blank\">Uso de drogas na terapia<\/a><em><\/p>\n<p><\/em><strong>Refer\u00eancias<\/strong><\/p>\n<p><strong><sup>6<\/sup><\/strong>\u00a0<em>Testemunhos para a Igreja<\/em>. 1. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000. v. 1. p. 290.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>7<\/sup><\/strong>\u00a0Irving Kirsch, Steven Jay Lynn, e Judith W. Rhue. \u201cIntroduction to Clinical Hypnosis\u201d. In\u00a0<em>Handbook of Clinical Hypnosis<\/em>. Washington, DC: American Psychological Association, 1993, 5; John C. Burnham. \u201cFranz Anton Mesmer\u201d,\u00a0<em>International Encyclopedia of Psychiatry, Psychology, Psychoanalysis, and Neurology<\/em>, ed. Benjamin B. Wolman. New York: Aesculapius Publishers, 1977. v. 7, p. 213.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>8<\/sup><\/strong>\u00a0Henry Alan Skinner.\u00a0<em>The Origin of Medical Terms<\/em>. Baltimore, MD: Williams &amp; Wilkins, 1949. p. 186.\u2191<br \/><strong><sup>9<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White. Manuscrito. 131, 1906.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>10<\/sup><\/strong>\u00a0<em>Conselhos Sobre Sa\u00fade<\/em>. 2. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1991. p. 345.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>11<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White para Artur e Emma Sanderson, 16 de Fev. 1902 (datilografada), Carta 20, 1902, EGWE.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>12<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White para A. Sanderson, 12 de Setembro de 1901 (datilografada), Carta 121, 1901, EGWE.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>13<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White para E. J. Waggoner, 22 de Janeiro de 1893, Carta 78, 1893, EGWE.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>14<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White.\u00a0<em>Testemunhos Para a Igreja<\/em>. 1. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000. p. 555.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>15<\/sup><\/strong>\u00a0<em>Mente, Car\u00e1ter e Personalidade<\/em>. 3. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1990. v.1. p. 10.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>16<\/sup><\/strong>\u00a0<em>O Desejado de Todas as Na\u00e7\u00f5es<\/em>. 22. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p .824.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>17<\/sup><\/strong>\u00a0<em>Ci\u00eancia do Bom Viver<\/em>. 10. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2004. p. 10.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>18<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White para \u201cOs irm\u00e3os em posi\u00e7\u00e3o de responsabilidade no Escrit\u00f3rio da Review and Herald\u201d, 13 de jan. 1894, Carta 70, 1894, EGWE.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>19<\/sup><\/strong>\u00a0<em>Veja Mente, Car\u00e1ter e Personalidade<\/em>. 3. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1990. v. 2, p. 763-788.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>20<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White para J. R. Buster, 3 de Agosto de 1894, Carta 4, 1894, EGWE.\u00a0\u2191<br \/><strong><sup>21<\/sup><\/strong>\u00a0Ellen G. White.\u00a0<em>Testemunhos Para a Igreja<\/em>. 1. ed. Tatu\u00ed, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2000. v. 1, p. 502.\u00a0\u2191<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas escolas de cura prevaleciam no tempo de Ellen White \u2013 mesmerismo, frenologia e a cura pelo descanso \u2013 que influenciaram seus coment\u00e1rios sobre quest\u00f5es psicol\u00f3gicas e de sa\u00fade mental. 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