{"id":720,"date":"2014-08-08T13:23:55","date_gmt":"2014-08-08T16:23:55","modified":"2014-08-08T13:24:57","modified_gmt":"2014-08-08T16:24:57","slug":"licao-7-viver-como-cristo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/licao-7-viver-como-cristo\/","title":{"rendered":"Li\u00e7\u00e3o 7 - Viver como Cristo"},"content":{"rendered":"<p><strong><a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/2014\/08\/08\/licao-7-viver-como-cristo\/#do\">Domingo<\/a> |<a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/2014\/08\/08\/licao-7-viver-como-cristo\/#se\"> Segunda<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/2014\/08\/08\/licao-7-viver-como-cristo\/#te\">Ter\u00e7a<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/2014\/08\/08\/licao-7-viver-como-cristo\/#qua\">Quarta<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/2014\/08\/08\/licao-7-viver-como-cristo\/#qui\">Quinta<\/a> | <a href=\"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/escolasabatina\/2014\/08\/08\/licao-7-viver-como-cristo\/#sex\">Sexta<\/a><\/strong><\/p>\n<h3 class=\"iasd-main-title\">VERSO PARA MEMORIZAR:<\/h3>\n<blockquote><p>\u201cNovo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que tamb\u00e9m vos ameis uns aos outros\u201d (Jo 13:34).<\/p><\/blockquote>\n<pre>Leituras da Semana: Mt 9:36; Mc 10:21; Lc 10:30-37; Mt 25:31-46; Lc 6:32-35; Jo 15:4-12<\/pre>\n<p>Contr\u00e1rio ao que muitos pensam, o mandamento de amar o pr\u00f3ximo n\u00e3o foi um ensinamento iniciado no Novo Testamento. No Antigo Testamento, Deus j\u00e1 havia ordenado Seu povo a amar o pr\u00f3ximo como a si mesmo (Lv 19:18) e amar o estrangeiro como a si mesmo (Lv 19:34).<br \/>\nPor que, ent\u00e3o, Jesus disse: \u201cNovo mandamento vos dou\u201d? A novidade do mandamento de Jesus estava no fato de que havia uma nova medida: \u201cAssim como Eu vos amei\u201d. Antes da encarna\u00e7\u00e3o de Cristo, os homens n\u00e3o tiveram uma revela\u00e7\u00e3o plena do amor de Deus. Ent\u00e3o, mediante Sua vida abnegada e morte, Jesus demonstrou o real e mais profundo signifi cado do amor.<br \/>\n\u201cO amor era o elemento em que Cristo Se movia, andava e trabalhava. Ele veio enla\u00e7ar o mundo com os bra\u00e7os de Seu amor. [...] Devemos seguir o exemplo dado por Cristo, e torn\u00e1-Lo nosso modelo, at\u00e9 que tenhamos para com os outros o mesmo amor que Ele manifestou para conosco\u201d (Ellen G. White, O Cuidado de Deus [MM 1995], p. 26).<br \/>\nNesta semana, ao considerarmos a vida amorosa, benevolente, atenciosa e compassiva de Jesus, permitamos que nosso cora\u00e7\u00e3o seja tocado e moldado pelo divino princ\u00edpio ativo do amor, que \u00e9 a marca do verdadeiro cristianismo.<\/p>\n<h3 id=\"do\" class=\"iasd-main-title\">Domingo - Como Jesus viveu<\/h3>\n<p>Apesar de estar constantemente sob os mais ferozes ataques de Satan\u00e1s, Jesus teve uma vida altru\u00edsta de servi\u00e7o amoroso. Sua prioridade sempre foi as pessoas.<br \/>\nDesde a inf\u00e2ncia at\u00e9 a cruz, Ele mostrou terna e constante disposi\u00e7\u00e3o para ministrar aos outros. Suas m\u00e3os estavam sempre prontas para aliviar todo caso de sofrimento que Ele percebia. Cuidava com carinho dos que eram considerados de pouco valor pela sociedade, como as crian\u00e7as, mulheres, estrangeiros, leprosos e coletores de impostos. Ele \u201cn\u00e3o veio para ser servido, mas para servir\u201d (Mt 20:28). Por isso, \u201candou por toda parte, fazendo o bem e curando todos os oprimidos do diabo\u201d (At 10:38). Sua compaix\u00e3o e misericordioso interesse pelo bem-estar dos outros eram mais importantes para Ele do que satisfazer a pr\u00f3pria<br \/>\nnecessidade f\u00edsica de comida ou abrigo. Na verdade, mesmo na cruz, Ele Se preocupava mais com Sua m\u00e3e do que com Seu pr\u00f3prio sofrimento (Jo 19:25-27).<br \/>\n<strong>1. De que maneira Jesus olhava para as pessoas? Mt 9:36; 14:14; 15:32<\/strong><\/p>\n<p>Jesus era sens\u00edvel \u00e0s necessidades das pessoas e realmente Se importava com elas. Seu cora\u00e7\u00e3o Se movia compassivamente para as grandes multid\u00f5es cansadas e dispersas. Ele era tocado de compaix\u00e3o para com as pessoas desamparadas, como os dois cegos de Jeric\u00f3 (Mt 20:34), um leproso suplicante (Mc 1:40, 41), e uma vi\u00fava que havia acabado de perder seu \u00fanico filho (Lc 7:12, 13).<\/p>\n<p><strong>2. Qual princ\u00edpio de a\u00e7\u00e3o guiou Jesus quando Ele Se relacionou com diferentes pessoas? Mc 10:21; Jo 11:5<\/strong><br \/>\nTodo ato de miseric\u00f3rdia, cada milagre, cada palavra de Jesus foi motivada por Seu amor infinito, um amor inabal\u00e1vel e permanente. No fim de Sua vida, Ele mostrou vividamente aos disc\u00edpulos que, tendo-os amado desde o in\u00edcio, \u201camou-os at\u00e9 ao fim\u201d (Jo 13:1). Com Sua morte na cruz, Ele demonstrou a todo o universo que o amor altru\u00edsta triunfa sobre o ego\u00edsmo. \u00c0 luz do Calv\u00e1rio, \u00e9 claro que o princ\u00edpio do amor que renuncia a si mesmo \u00e9 o \u00fanico fundamento de vida v\u00e1lido para a Terra e o C\u00e9u.<\/p>\n<h3 id=\"se\" class=\"iasd-main-title\">Segunda - Ame seu pr\u00f3ximo<\/h3>\n<p>Viver como Jesus viveu significa mostrar o mesmo amor que Ele demonstrou, e que foi ilustrado na par\u00e1bola do bom samaritano (Lc 10:30-37). Ele contou essa par\u00e1bola em um di\u00e1logo com um doutor da lei, o qual havia resumido nosso dever para com Deus e para com o semelhante: \u201cAmar\u00e1s o Senhor, teu Deus, de todo o teu cora\u00e7\u00e3o, de toda a tua alma, de todas as tuas for\u00e7as e de todo o teu entendimento; e: Amar\u00e1s o teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d (Lc 10:27). O doutor da lei conhecia bem a B\u00edblia (ele citou de cor Deuteron\u00f4mio 6:5 e Lev\u00edtico 19:18), mas deve ter se sentido culpado por n\u00e3o demonstrar amor ao pr\u00f3ximo. Na tentativa<br \/>\nde se justificar, perguntou a Jesus: \u201cQuem \u00e9 o meu pr\u00f3ximo?\u201d (Lc 10:29).<\/p>\n<p><strong>3. Como Jesus explicou quem \u00e9 o nosso pr\u00f3ximo? Que implica\u00e7\u00f5es a par\u00e1bola do bom samaritano tem para n\u00f3s? Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre o mandamento de amar o pr\u00f3ximo como a n\u00f3s mesmos e a regra \u00e1urea de Mateus 7:12? Lc 10:30-37<\/strong><\/p>\n<p>Jesus respondeu \u00e0 pergunta: \u201cQuem \u00e9 o meu pr\u00f3ximo?\u201d, dizendo que nosso pr\u00f3ximo \u00e9 toda pessoa que precisa da nossa ajuda. Assim, em vez de perguntar: \u201cO que meu pr\u00f3ximo pode fazer por mim\u201d, devemos perguntar: \u201cO que posso fazer<br \/>\npelo meu pr\u00f3ximo?\u201d A regra \u00e1urea era interpretada de forma negativa: \u201cN\u00e3o fa\u00e7a aos outros aquilo que voc\u00ea detesta.\u201d Jesus foi muito al\u00e9m dessa interpreta\u00e7\u00e3o. Ao apresent\u00e1-la de forma positiva, Ele falou n\u00e3o apenas do que devemos evitar, mas, especialmente, do que devemos fazer. Precisamos nos lembrar especialmente de que esse princ\u00edpio n\u00e3o nos diz para tratar os outros como eles nos tratam. Afinal de contas, \u00e9 f\u00e1cil ser gentil com os que s\u00e3o gentis para conosco ou hostil para com os que s\u00e3o agressivos. A maioria das pessoas faz isso. Em vez disso, devemos amar o pr\u00f3ximo independentemente da maneira pela qual ele nos trata.<\/p>\n<h3 id=\"te\" class=\"iasd-main-title\">Ter\u00e7a - Servi\u00e7o amoroso<\/h3>\n<p><strong>4. Qual \u00e9 a mensagem b\u00e1sica de Mateus 25:31-46?<\/strong><\/p>\n<p>No \u00faltimo dia, haver\u00e1 muitas surpresas. Aqueles \u00e0 direita do Filho do Homem nunca imaginaram que sua manifesta\u00e7\u00e3o de amor altru\u00edsta seria t\u00e3o decisiva.<br \/>\nCristo n\u00e3o ir\u00e1 elogi\u00e1-los pelos serm\u00f5es eloquentes que eles pregaram, nem pelo valioso trabalho que fizeram, nem pelas suas generosas doa\u00e7\u00f5es. Em vez disso, Cristo os receber\u00e1 com alegria no C\u00e9u pelas pequenas coisas feitas com amor pelos<br \/>\nmenores entre os irm\u00e3os.<br \/>\nOs que estiverem \u00e0 esquerda tamb\u00e9m se surpreender\u00e3o com a raz\u00e3o dada pelo rei para seu veredito. Alguns deles chegar\u00e3o a dizer: \u201cSenhor, Senhor! Porventura, n\u00e3o temos n\u00f3s profetizado em Teu nome, e em Teu nome n\u00e3o expelimos dem\u00f4nios, e em Teu nome n\u00e3o fizemos muitos milagres?\u201d (Mt 7:22). Embora essas sejam obras desej\u00e1veis, sem uma atitude amorosa elas n\u00e3o t\u00eam valor. Essas pessoas professaram servir a Cristo, mas o Senhor nunca as conheceu (Mt 7:23), porque elas nunca O amaram realmente, nem a Seus irm\u00e3os. Elas n\u00e3o praticaram os princ\u00edpios da verdadeira religi\u00e3o (Tg 1:27).<br \/>\nComentaristas t\u00eam sugerido v\u00e1rias interpreta\u00e7\u00f5es a respeito de quem s\u00e3o os \u201cmenores irm\u00e3os\u201d do Senhor (Mt 25:40). \u00c9 importante determinar quem s\u00e3o eles, a fim de saber qual \u00e9 a extens\u00e3o da nossa responsabilidade crist\u00e3. Alguns int\u00e9rpretes afirmam que os \u201cmenores irm\u00e3os\u201d de Jesus s\u00e3o os ap\u00f3stolos e outros mission\u00e1rios crist\u00e3os. Eles encontram apoio para essa vis\u00e3o em Mateus 10:40-42 e concluem que o destino de todos os seres humanos depende do modo pelo qual eles tratam os mission\u00e1rios crist\u00e3os. Outros estudiosos afirmam, com base em Mateus 12:48-50, que os \u201cmenores irm\u00e3os\u201d de Jesus s\u00e3o Seus seguidores em geral.<br \/>\nN\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que todos os disc\u00edpulos de Jesus s\u00e3o Seus irm\u00e3os, mas o alcance das palavras de Jesus parece ser ainda mais amplo. Cristo \u201cSe identifica com todo filho da humanidade. [...] \u00c9 o Filho do homem, e assim, um irm\u00e3o de todo filho<br \/>\ne filha de Ad\u00e3o\u201d (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Na\u00e7\u00f5es, p. 638).<\/p>\n<h3 id=\"qua\" class=\"iasd-main-title\">Quarta - Ame seus inimigos<\/h3>\n<p>A prova suprema do cristianismo genu\u00edno \u00e9 amar os inimigos. Jesus estabeleceu esse elevado padr\u00e3o em contraste com a ideia predominante em Seu tempo. A partir do mandamento \u201cAmar\u00e1s o teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d (Lv 19:18), muitos haviam conclu\u00eddo algo que o Senhor jamais disse nem planejou: Voc\u00ea deve odiar seu inimigo. Certamente, isso n\u00e3o estava impl\u00edcito no texto.<\/p>\n<p><strong>5. Na pr\u00e1tica, de acordo com Cristo, como se manifesta o amor para com os inimigos? Lc 6:27, 28<\/strong><\/p>\n<p>Um advers\u00e1rio pode demonstrar inimizade de tr\u00eas formas diferentes: Por uma atitude hostil (\u201cvos odeiam\u201d), por meio de palavras ofensivas (\u201cvos maldizem\u201d) e atrav\u00e9s de a\u00e7\u00f5es abusivas (\u201cvos maltratam e vos perseguem\u201d [Mt 5:44, ARC]). A essa tr\u00edplice express\u00e3o de inimizade, Cristo nos ensina a responder com tr\u00eas manifesta\u00e7\u00f5es de amor: fazer boas a\u00e7\u00f5es para com eles (\u201cfazei o bem\u201d), falar bem deles (\u201cbendizei\u201d), e interceder diante de Deus por eles (\u201corai\u201d). A resposta do crist\u00e3o \u00e0 hostilidade e antagonismo \u00e9 vencer \u201co mal com o bem\u201d (Rm 12:21).<br \/>\nObserve: Jesus primeiro pede que amemos nossos inimigos e, como resultado, solicita que demonstremos esse amor por meio de boas a\u00e7\u00f5es, palavras am\u00e1veis e ora\u00e7\u00e3o de intercess\u00e3o. Sem o amor inspirado pelo C\u00e9u, essas a\u00e7\u00f5es, palavras e ora\u00e7\u00f5es seriam uma ofensiva e hip\u00f3crita falsifica\u00e7\u00e3o do verdadeiro cristianismo.<\/p>\n<p><strong>6. Por que devemos amar nossos inimigos? Quais raz\u00f5es foram apresentadas por Jesus? Lc 6:32-35<\/strong><\/p>\n<p>A fim de nos ajudar a compreender esse elevado mandamento, o Senhor usou tr\u00eas argumentos. Em primeiro lugar, precisamos viver acima dos baixos padr\u00f5es do mundo. At\u00e9 mesmo os pecadores amam uns aos outros, e os criminosos se ajudam mutuamente. Qual seria o valor de seguir a Cristo, se isso n\u00e3o nos levasse a viver e amar de maneira superior \u00e0 virtude dos filhos deste mundo? Em segundo lugar, Deus nos recompensar\u00e1 por amar nossos inimigos. Ainda que n\u00e3o amemos pela recompensa, Ele a conceder\u00e1 graciosamente para n\u00f3s. Em terceiro lugar, esse tipo de amor \u00e9 uma evid\u00eancia de nossa estreita comunh\u00e3o com nosso Pai celestial, que \u201c\u00e9 benigno at\u00e9 para com os ingratos e maus\u201d (Lc 6:35).<\/p>\n<h3 id=\"qui\" class=\"iasd-main-title\">Quinta - Viver como Jesus<\/h3>\n<p>Os ensinamentos de Jesus estabelecem um ideal t\u00e3o elevado, de uma vida altru\u00edsta e amorosa, que a maioria de n\u00f3s provavelmente se sinta oprimida e desanimada. Como podemos n\u00f3s, ego\u00edstas por natureza, amar o pr\u00f3ximo de maneira altru\u00edsta? Al\u00e9m disso, \u00e9 poss\u00edvel amar os inimigos? Do ponto de vista humano, \u00e9 absolutamente imposs\u00edvel.<\/p>\n<p>Mas o Senhor jamais nos pediria que am\u00e1ssemos e serv\u00edssemos os detest\u00e1veis e desprez\u00edveis sem nos prover os meios com que alcan\u00e7ar isso. \u201cEssa norma n\u00e3o \u00e9 imposs\u00edvel de ser alcan\u00e7ada. Em toda ordem ou mandamento dado por Deus, h\u00e1 uma promessa, a mais positiva, a fundament\u00e1-la. Deus tomou as provid\u00eancias para que nos tornemos semelhantes a Ele, e realizar\u00e1 isso para todos quantos n\u00e3o interpuserem uma vontade perversa, frustrando assim Sua gra\u00e7a\u201d (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 76).<\/p>\n<p>Qual promessa est\u00e1 na base do mandamento de amar os inimigos? \u00c9 a certeza de que Deus \u00e9 bondoso e misericordioso para com os ingratos e maus (Lc 6:35, 36), o que nos inclui. Podemos amar nossos inimigos, porque Deus nos amou primeiro, embora f\u00f4ssemos Seus inimigos (Rm 5:10). Quando diariamente reafirmamos nossa aceita\u00e7\u00e3o do Seu amoroso sacrif\u00edcio por n\u00f3s na cruz, Seu amor abnegado permeia nossa vida. Quanto mais compreendemos e experimentamos o amor do Senhor por n\u00f3s, mais Seu amor fluir\u00e1 de n\u00f3s para os outros, at\u00e9 mesmo aos nossos inimigos.<\/p>\n<p><strong>7. Qual \u00e9 a rela\u00e7\u00e3o entre permanecer em Cristo e em Seu amor, e amar nosso pr\u00f3ximo? Jo 15:4-12<\/strong><\/p>\n<p>Nossa necessidade di\u00e1ria n\u00e3o \u00e9 apenas a de aceitar novamente a morte de Cristo por n\u00f3s, mas render nossa vontade a Ele e nEle permanecer. Assim como Jesus n\u00e3o buscou Sua pr\u00f3pria vontade, mas a vontade do Pai (Jo 5:30), precisamos confiar nEle e em Sua vontade. Pois, sem Ele, nada podemos fazer (Jo 15:5).<br \/>\nQuando a cada dia decidimos nos submeter a Jesus, Ele vive em n\u00f3s e por meio de n\u00f3s. Ent\u00e3o \u201cj\u00e1 n\u00e3o sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim\u201d (Gl 2:20), e transforma minhas atitudes egoc\u00eantricas em uma vida amorosa e altru\u00edsta.<\/p>\n<h3 id=\"sex\" class=\"iasd-main-title\">Sexta - Estudo adicional<\/h3>\n<p>Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Na\u00e7\u00f5es, p. 497-505 \u201cO Bom Samaritano\u201d; p. 637-641: \u201cUm Destes Meus Pequeninos Irm\u00e3os\u201d.<br \/>\n\u201cAo redor de n\u00f3s h\u00e1 pessoas pobres e tentadas que necessitam de palavras compassivas e atos bondosos. H\u00e1 vi\u00favas que precisam de compaix\u00e3o e assist\u00eancia. H\u00e1 \u00f3rf\u00e3os, aos quais Cristo ordenou aos Seus seguidores que recebessem como legado divino. [...] S\u00e3o membros da grande fam\u00edlia de Deus, e os crist\u00e3os, como Seus mordomos, s\u00e3o respons\u00e1veis por eles. Deus disse: A alma deles \u201cda tua m\u00e3o o requererei\u201d (Ez 3:18; Ellen G. White, Par\u00e1bolas de Jesus, p. 386, 387).<br \/>\n\u201cN\u00e3o \u00e9 a grandeza do trabalho que fazemos, mas o amor e a fidelidade com que o fazemos, que alcan\u00e7a a aprova\u00e7\u00e3o do Salvador\u201d (Ellen G. White, Nos Lugares Celestiais [MM 1968], p. 325).<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/downloads.adventistas.org\/pt\/iasd-counter-link\/MTMxOTM%3D\" target=\"_blank\">Professor veja aqui o auxiliar da li\u00e7\u00e3o!<\/a><\/p>\n<h3>Perguntas para reflex\u00e3o<\/h3>\n<ol>\n<li>Uma coisa \u00e9 amar os \u201cinimigos\u201d quando eles s\u00e3o apenas pessoas irritantes, hostis, dif\u00edceis, agressivas ou ingratas. Mas, o que dizer dos verdadeiros inimigos, que o prejudicaram ou tentaram prejudicar voc\u00ea e sua fam\u00edlia? Como devemos am\u00e1-los? Existe consolo no fato de que somos instru\u00eddos apenas a \u201camar\u201d os inimigos, ao passo que somos ordenados a amar o pr\u00f3ximo \u201ccomo a n\u00f3s mesmos\u201d?<\/li>\n<li>\u00a0As pessoas podem argumentar conosco sobre nossa teologia, doutrina, estilo de vida ou sobre quase tudo. Mas quem pode argumentar contra o amor altru\u00edsta e desinteressado? Amor altru\u00edsta revela um poder que transcende o argumento racional ou l\u00f3gico. Como podemos aprender a expressar esse amor, n\u00e3o importando o custo para n\u00f3s?<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Deixe sua resposta nos coment\u00e1rios abaixo!<\/h3>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Domingo | Segunda | Ter\u00e7a | Quarta | Quinta | Sexta VERSO PARA MEMORIZAR: \u201cNovo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como Eu vos amei, que tamb\u00e9m vos ameis uns aos outros\u201d (Jo 13:34). 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