Ministério da Criança

Eli-Ann, a menina fiel – 01/Mar

Na maior cidade da Costa do Marfim vive uma garotinha de dez anos, Eli-Ann. Há pouco tempo, ela enfrentou uma
grande tentação. Tudo começou certo dia, no desjejum. Enquanto Eli-Ann comia arroz doce, a mãe disse: “Suas provas
começam hoje, não é?”
“Sim”, Eli-Ann respondeu. “Estudei muito, mas sei que as provas serão difíceis. O professor nos disse que os
funcionários do governo estarão presentes a fim de garantir que ninguém cometa fraude.”

“Faça seu melhor”, a mãe respondeu. “Seu tio e eu ficaremos perto da escola e oraremos durante o tempo
em que você estiver fazendo a prova.” “Obrigado!”, disse Eli-Ann. “Fico mais feliz ao saber que você estará por perto.
Quando chegar o intervalo entre os exames, venho correndo contar como estou me saindo.”

Enquanto caminhavam para a escola naquela manhã, a mãe, Eli-Ann e o tio, eles a encorajavam com as promessas
de Deus. “Você vai sair bem, Eli-Ann”, disse o tio. “Vamos pedir a Jesus que a ajude a se lembrar dos
assuntos que você estudou durante o ano.”

A prova

Eli-Ann se despediu da mãe e do tio e atravessou o pátio da escola. Ela parou na porta e voltou-se para acenar,
enquanto orava em silêncio: “Jesus, ajuda-me a fazer o meu melhor por Ti.”
Quando o sinal da escola tocou, as crianças se organizaram e ouviram as instruções do professor. Quando foram
autorizadas, elas começaram as provas. Os inspetores do governo caminhavam pela sala certificando-se de que os alunos
não colassem.

Um dos inspetores parou junto à carteira de Eli-Ann. “Você escreveu a palavra errada”, ele sussurrou e começou
a soletrar corretamente.
Surpresa, Eli-Ann olhou para o inspetor. “Não contarei a ninguém”, ele disse.
“Não! Muito obrigada, senhor”, ela respondeu. “Não quero colar. Pela graça de Deus prefiro ser reprovada a colar
no exame!” O inspetor franziu a testa e seguiu em frente. “Espero que ele não fique bravo e me reprove”, Eli-Ann pensou,
“mas sei que fiz o que é certo!” Quando a prova terminou, o professor deixou que as crianças saíssem para
o recreio. Eli-Ann correu até a árvore sob a qual estavam a mãe e o tio. “Estou muito feliz porque a primeira prova terminou!”,
exclamou Eli-Ann.

“Foi muito difícil?”, a mãe perguntou. “Foi sim”, Eli-Ann admitiu. “Errei uma palavra e um dos inspetores me disse
a resposta. Eu recusei e disse a ele que preferia ser reprovada. Não acho que ele ficou muito feliz comigo.”
“Você fez a coisa certa”, disse o tio. “Não se preocupe, querida”, a mãe assegurou. “Deus irá abençoá-la por ser
honesta.”

“Espero que você esteja certa”, Eli-Ann disse enquanto voltava para fazer o teste seguinte.

O resultado
Poucos dias depois, os resultados chegaram e Eli-Ann tinha sido aprovada. Ela gritou e bateu palmas.
“Além de ser aprovada”, disse a mãe, “você conseguiu as notas mais altas! Deus honrou sua fidelidade.”
“Quero agradecer a Jesus por me ajudar a fazer o certo”, Eli-Ann disse.

Eli-Ann e a mãe se ajoelharam. “Querido Deus”, a mãe disse. “Obrigado por ajudar Eli-Ann a obedecer.
Obrigada por ajudá-la a fazer o que era certo quando o inspetor tentou persuadi-la a colar.” Eli-Ann também
agradeceu a Deus por Sua ajuda durante os testes. Então, a mãe abraçou a filha e sussurrou: “Estou muito
orgulhosa de você e sei que Jesus também está.”

Meninos e meninas, podemos ser luzes para Jesus em tudo o que dizemos e fazemos. Podemos ser
gentis quando alguém nos diz coisas ruins. Podemos sorrir e ser alegres, mesmo quando não nos sentimos
assim. Podemos falar aos outros sobre o amor de Deus e podemos doar nossas ofertas missionárias,
para que crianças e adultos em todo o mundo saibam que Jesus os ama e quer que entreguem o coração a
Ele. Vamos trazer nossas ofertas agora enquanto oramos pelas pessoas da Jean Paul vive em Dakar, a capital do
Senegal. Ele se sentia triste e solitário. Queria fazer amigos, mas as crianças o evitavam ou fingiam que não o viam. Para ele, a hora mais difícil era a do recreio. As crianças jogavam futebol, seu esporte favorito, mas ninguém o convidava para jogar.
Sabem, ele tinha uma doença chamada poliomielite. Essa doença deixa as pernas fracas e a pessoa não consegue
andar. Por isso, ele precisa de uma cadeira de rodas para se locomover. Os pais de Jean Paul também estavam
preocupados. A escola não queria mais aceitá-lo. “Não podemos atender às necessidades de Jean Paul”, explicava
o diretor. “Temos escadas e seu filho não pode subir.” Então, os pais de Jean Paul visitaram várias escolas na cidade,
mas quando os diretores ficavam sabendo que Jean Paul usava cadeira de rodas, diziam que não podiam atender
às suas necessidades.

África Ocidental e Central que precisam aprender que Jesus Se importa com elas.

Resumo missionário

  •  Côte d’Ivoire significa Costa do Marfim em francês. Antigamente, os elefantes eram mortos e as presas eram vendidas por grandes somas de dinheiro.

  •  O francês é a língua oficial do país.

  • O povo da Costa do Marfim professa três religiões: Islamismo (principalmente na parte norte do país), cristianismo (no sul), e animismo (culto aos animais e plantas que as pessoas acreditam que possuem espíritos).

WordPress Lightbox Plugin