{"id":164,"date":"2014-07-13T16:41:10","date_gmt":"2014-07-13T19:41:10","modified":"2014-08-14T14:24:30","modified_gmt":"2014-08-14T17:24:30","slug":"caracteristicas-da-crianca-que-sofre-abuso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.adventistas.org\/pt\/aventureiros\/caracteristicas-da-crianca-que-sofre-abuso\/","title":{"rendered":"Caracter\u00edsticas da crian\u00e7a que sofre abuso"},"content":{"rendered":"<div class=\"avent\">As crian\u00e7as podem demonstrar em maior ou menor grau esses sintomas, como, por exemplo, machucados, falta de auto-estima e depress\u00e3o. Estes s\u00e3o apenas exemplos.<\/p>\n<h3>Abuso f\u00edsico<\/h3>\n<ul>\n<li>Ferimentos inexplic\u00e1veis no rosto.<\/li>\n<li>Ferimentos que estampam a fivela de um cinto.<\/li>\n<li>Crian\u00e7as que tem muitos ferimentos em casa e n\u00e3o querem contar o que aconteceu.<\/li>\n<li>Cortes inexplic\u00e1veis no rosto, boca, olhos, gengiva, pernas e bra\u00e7os;<\/li>\n<li>Queimaduras com cigarro.<\/li>\n<li>Queimaduras com \u00e1gua quente nos p\u00e9s, m\u00e3os, n\u00e1degas, que se parecem com imers\u00e3o em \u00e1gua.<\/li>\n<li>Queimaduras provocadas por cordas ao redor do pesco\u00e7o, pulsos ou tornozelos.<\/li>\n<li>Medo do pai ou da m\u00e3e ou do respons\u00e1vel.<\/li>\n<li>Dificuldade para caminhar, mancar ou ferida nas articula\u00e7\u00f5es.<\/li>\n<li>Crian\u00e7a indiferente, desatenta.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Abuso sexual<\/h3>\n<ul>\n<li>Dificuldade para caminhar ou sentar.<\/li>\n<li>Falta de controle dos intestinos.<\/li>\n<li>Sangramento em meninas que ainda n\u00e3o menstruaram ou no caso de meninos no \u00e2nus.<\/li>\n<li>Doen\u00e7a ven\u00e9rea.<\/li>\n<li>Crian\u00e7a reclamando de dor, coceira ou incha\u00e7\u00e3o na \u00e1rea genital.<\/li>\n<li>Conhecimento de comportamento sexual impr\u00f3prio para a idade da crian\u00e7a.<\/li>\n<li>Falta de auto-estima.<\/li>\n<li>Depress\u00e3o.<\/li>\n<li>Revela\u00e7\u00e3o feita pela crian\u00e7a de que \u00e9 abusada sexualmente.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a pode temer o pai ou a m\u00e3e e ser relutante para ir para casa.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a pode falar de segredos; pode dizer que tem algum segredo que n\u00e3o pode contar.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Abuso emocional e neglig\u00eancia (inclui abuso verbal e mental):<\/h3>\n<ul>\n<li>Desenvolvimento f\u00edsico retardado.<\/li>\n<li>Abnega\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Depress\u00e3o, rea\u00e7\u00f5es impr\u00f3prias.<\/li>\n<li>Desordens na fala como, por exemplo, gaguejar.<\/li>\n<li>Crueldade com outras crian\u00e7as ou bichinhos de estima\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Baixa auto-estima.<\/li>\n<li>Dificuldade de concentra\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<li>Dificuldade de formar la\u00e7os com outras crian\u00e7as ou adultos.<\/li>\n<li>Comportamento anti-social extremo como, por exemplo, atear fogo.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Neglig\u00eancia f\u00edsica (\u00c9 considerado abuso paterno apenas quando pode ser prevenido; do contr\u00e1rio, trata-se de um problema geral):<\/h3>\n<ul>\n<li>Abaixo do peso, fome, palidez.<\/li>\n<li>Olhar l\u00e2nguido, fundo, olheiras.<\/li>\n<li>Falta de higiene, corpo e roupas sujos, mau cheiro.<\/li>\n<li>Roupas antigas, rasgadas, cal\u00e7ado fora de tamanho.<\/li>\n<li>Necessidades m\u00e9dicas n\u00e3o atendidas.<\/li>\n<li>Crian\u00e7as pedintes, furto ou alimentos escondidos.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a conta que foi deixada sozinha em casa por muito tempo.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a est\u00e1 sempre fatigada, desatenta, preocupada.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a assume responsabilidades adultas.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Resultados da puni\u00e7\u00e3o f\u00edsica<\/h3>\n<p>Dar algumas palmadas na crian\u00e7a n\u00e3o \u00e9 mau em si, mas quando se torna abuso, ent\u00e3o \u00e9 prejudicial \u2013 tanto emocional quanto fisicamente. \u00c9 f\u00e1cil ultrapassar os limites, portanto a pesquisa e os profissionais ap\u00f3iam o uso de t\u00e9cnicas alternativas que substituam a puni\u00e7\u00e3o f\u00edsica.<\/p>\n<p>\u201cA cren\u00e7a de que as crian\u00e7as necessitam disciplina e orienta\u00e7\u00e3o \u00e9 parte da sabedoria fundamental das escrituras hebraicas e crist\u00e3s. Paulo compreendeu isso como tamb\u00e9m o escritor de Prov\u00e9rbios. Mas a cren\u00e7a de que a puni\u00e7\u00e3o f\u00edsica como castigo resultar\u00e1 em uma crian\u00e7a boa que conhece e ama a Deus \u00e9 aberta \u00e0 discuss\u00e3o s\u00e9ria. H\u00e1 evid\u00eancias contr\u00e1rias\u201d. (por M. Fortune, que cita R. Bensel de V. Mollencott, Evangelism, Patriarchy, and the Abuse of Children, Radix).<\/p>\n<p>\u201cA baixa auto-estima, humilha\u00e7\u00e3o, depress\u00e3o e avers\u00e3o de toda uma vida pela autoridade est\u00e3o entre os efeitos colaterais indesej\u00e1veis desenvolvidos por aqueles que sofreram abuso f\u00edsico. ... (Outros efeitos de longo prazo informados a respeito da puni\u00e7\u00e3o f\u00edsica s\u00e3o vidas de crime violento, sexualidade impr\u00f3pria e tentativas de suic\u00eddio \u2013 C. Bailey).<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 duas culturas diferentes ... uma diz que as crian\u00e7as s\u00e3o motivadas pelo temor e pelo sentimento de que agiram errado, de que ser\u00e3o punidas. A outra \u00e9 que elas devem agir corretamente porque \u00e9 o certo a fazer, n\u00e3o porque ser\u00e3o punidas.\u201d (L. Guydon Taylot, discutindo a pesquisa de Irwin Hyman.)<\/p>\n<p>\u201cSim, espancar pode deter um comportamento, mas o mesmo pode ser obtido ao se imp\u00f4r conseq\u00fc\u00eancias ou resolu\u00e7\u00e3o de problemas ou a negocia\u00e7\u00e3o, e isso n\u00e3o resulta em problemas e de fato beneficia o comportamento da crian\u00e7a. Espancar, por exemplo, tipicamente funciona pelo temor; \u2018N\u00e3o vou puxar o rabo do gato porque irei apanhar\u2019, antes, \u2018n\u00e3o irei puxar o rabo do gato porque \u00e9 errado ferir os animais\u2019<\/p>\n<p>\u201c... Suponha que haja dois rem\u00e9dios que funcionam, mas um tem efeitos colaterais prejudiciais que apenas se manifestam 10 a 20 anos depois. Ainda que apenas uma dose tenha uma pequena chance de um efeito adverso, creio que os pais desejariam evitar o risco. \u00c9 assim que eles devem pensar a respeito do espancamento\u201d (M. Straus, Boston Globe).<\/p>\n<h3>T\u00e9cnicas de disciplina<\/h3>\n<p>(alternativas que podem ser usadas em vez de bater, gritar e chacoalhar -por D. Ellis, University de Illinois em Urbana-Champaign).<\/p>\n<ul>\n<li>Ser um exemplo: as crian\u00e7as imitam o que os outros fazem e eles seguem o exemplo paterno. Se voc\u00ea grita: \u201cFique quieto\u201d. Provavelmente, gritando voc\u00ea n\u00e3o ter\u00e1 maior sucesso para diminuir o n\u00edvel do ru\u00eddo.<\/li>\n<li>Use o elogio: elogie o comportamento aceit\u00e1vel. Seja sincero.<\/li>\n<li>D\u00ea tempo e aten\u00e7\u00e3o: as crian\u00e7as necessitam saber que seus pais se importam o suficiente para dedicar-lhes tempo. Seja paciente, d\u00ea apoio e ajuda quando necess\u00e1rio. Ou\u00e7a a seu filho.<\/li>\n<li>Separe o comportamento da pessoa: expresse sua insatisfa\u00e7\u00e3o com o mau comportamento e ao mesmo tempo mostre amor pela crian\u00e7a.<\/li>\n<li>Antecipe problemas: deixe as crian\u00e7as saberem a respeito de quaisquer mudan\u00e7as nas atividades ou rotinas. Diga-lhes o que esperar nas situa\u00e7\u00f5es novas. Permita-lhes cooperar. Redirecione o comportamento e o ambiente quando apropriado.<\/li>\n<li>Evite preocupa\u00e7\u00f5es sobre o que os outros ir\u00e3o pensar: ser os \u201cmelhores pais\u201d \u00e9 irrealista. Superproteger a crian\u00e7a apenas retarda o aprendizado das conseq\u00fc\u00eancias. Reconhe\u00e7a qual \u00e9 o problema.<\/li>\n<li>Seja compreensivo: o que \u00e9 real para a crian\u00e7a? Considere o desenvolvimento, as diferen\u00e7as individuais de personalidade, o alvo da crian\u00e7a e emo\u00e7\u00f5es. Ao reconhecer as diferen\u00e7as voc\u00ea pode construir os sentimentos de confian\u00e7a da crian\u00e7a. Ignore alguns comportamentos.<\/li>\n<li>Pense no futuro: qual \u00e9 seu verdadeiro alvo? Apresente claramente seu alvo para as crian\u00e7as ao ministrar a disciplina. Ao assim proceder estar\u00e1 sendo lembrado de encorajar a independ\u00eancia e evitar press\u00e3o inaceit\u00e1vel para obter a conformidade.<\/li>\n<li>Use afirma\u00e7\u00f5es positivas: afirma\u00e7\u00f5es positivas expressadas com voz firme e agrad\u00e1vel ajudam a crian\u00e7a a saber qual \u00e9 o comportamento aceit\u00e1vel. As crian\u00e7as se sentem mais seguras quando os pais s\u00e3o seguros de si mesmos. Enfoque no fa\u00e7a e n\u00e3o no n\u00e3o fa\u00e7a.<\/li>\n<li>Tenha expectativas: as pessoas geralmente vivem de acordo com as expectativas dos outros. Os pais devem esperar que os filhos cooperem e devem ser exemplos de coopera\u00e7\u00e3o.<\/li>\n<\/ul>\n<h3>Algumas t\u00e9cnicas eficientes de orienta\u00e7\u00e3o usadas pelos pais:<\/h3>\n<ol>\n<li>D\u00ea possibilidade de escolha. As crian\u00e7as gostam de fazer escolhas porque podem ter algum controle sobre o que ir\u00e3o fazer. Evite fazer perguntas cuja resposta seja sim ou n\u00e3o. Permita-lhes alternativas que lhes facilitem cooperar. N\u00e3o d\u00ea escolha quando as crian\u00e7as n\u00e3o t\u00eam escolha. Se voc\u00ea der possibilidade de escolha a seu filho, aceite-lhe a decis\u00e3o.<\/li>\n<li>Apresente motivos l\u00f3gicos. As crian\u00e7as est\u00e3o mais dispostas a aceitar as normas quando sabem os motivos para elas. Evite discutir e brigar com seu filho. Ou\u00e7a a si mesmo enquanto explica os motivos a seu filho. O que voc\u00ea est\u00e1 dizendo \u00e9 l\u00f3gico?<\/li>\n<li>Estabele\u00e7a limites definidos. Se os seus filhos devem se comportar e cooperar, devem conhecer as normas e os limites. H\u00e1 uma linha delicada entre a liberdade demasiada e a falta dela.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Ao estabelecer limites fa\u00e7a a si mesmo essas perguntas:<\/h3>\n<ul>\n<li>O limite \u00e9 necess\u00e1rio para a seguran\u00e7a da crian\u00e7a?<\/li>\n<li>\u00c9 necess\u00e1rio para a seguran\u00e7a ou para o bem-estar dos outros?<\/li>\n<li>\u00c9 necess\u00e1rio para a prote\u00e7\u00e3o da propriedade?<\/li>\n<li>O limite ainda \u00e9 necess\u00e1rio ou j\u00e1 est\u00e1 ultrapassado?<\/li>\n<li>Ele destina-se primeiramente \u00e0 conveni\u00eancia dos adultos?<\/li>\n<li>Esse limite impede a crian\u00e7a de tentar e experimentar as coisas?<\/li>\n<li>Como o limite pode ser executado?<\/li>\n<\/ul>\n<p>Utilize a aprendizagem por consenso. As crian\u00e7as podem aprender por consenso. H\u00e1 tr\u00eas n\u00edveis de consenso. O consenso natural que ocorre como resultado de algum comportamento como, por exemplo, se a crian\u00e7a se atrasa para o jantar, o alimento ir\u00e1 esfriar. Conseq\u00fc\u00eancias l\u00f3gicas que t\u00eam liga\u00e7\u00e3o direta com o incidente, mas que s\u00e3o impostas por algu\u00e9m como, por exemplo, se o brinquedo for tomado emprestado e n\u00e3o devolvido a crian\u00e7a poder\u00e1 perder o privil\u00e9gio de brincar com ele por v\u00e1rios dias.<\/p>\n<p>A conseq\u00fc\u00eancia que n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o se torna puni\u00e7\u00e3o, ou seja, retirar os privil\u00e9gios. Esse tipo de conseq\u00fc\u00eancia deveria ser usado apenas depois que as conseq\u00fc\u00eancias natural e l\u00f3gica tenham falhado. A conseq\u00fc\u00eancia escolhida deve ser o mais poss\u00edvel condizente com o mau comportamento.<\/p>\n<p>Tente ser consistente. Consist\u00eancia total n\u00e3o \u00e9 humanamente poss\u00edvel. As crian\u00e7as aprendem com maior facilidade quando as condi\u00e7\u00f5es s\u00e3o consistentes. Fa\u00e7a o seu melhor e aceito o fato de que as condi\u00e7\u00f5es mudam. Ser\u00e1 mais f\u00e1cil ser consistente se voc\u00ea limitar o n\u00famero de normas e p\u00f4-las em pr\u00e1tica.<\/p>\n<h3>O comportamento \u00e9 o sinal interior dos sentimentos e alvos interiores. Isso nos leva \u00e0 chave da compreens\u00e3o do comportamento e do mau comportamento:<\/h3>\n<ol>\n<li>H\u00e1 uma causa para todo mau comportamento.<\/li>\n<li>O mau comportamento \u00e9 apenas um sintoma da causa.<\/li>\n<li>A fim de ter sucesso ao lidar com o mau comportamento, devemos primeiro encontrar a causa.<\/li>\n<\/ol>\n<h3>Coloque-se no lugar da crian\u00e7a:<\/h3>\n<ol>\n<li>Que comportamento funciona melhor? As crian\u00e7as aprendem de diferentes maneiras a se comportarem ao observarem as pessoas. As crian\u00e7as usar\u00e3o o comportamento que funcionar\u00e1 melhor para obterem aquilo que desejam. Se chorar for uma t\u00e9cnica bem-sucedida, a crian\u00e7a ir\u00e1 aprender a us\u00e1-la. Os pais necessitam estar certos de que as crian\u00e7as saibam que comportamento \u00e9 aceit\u00e1vel. Caso certos tipos de comportamento n\u00e3o d\u00eaem \u00e0 crian\u00e7a aquilo que deseja, ent\u00e3o \u00e9 bem prov\u00e1vel que n\u00e3o ir\u00e1 repeti-lo.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a est\u00e1 cansada ou enfadada? As crian\u00e7as que exigem pouco para prender o interesse logo ficam enfadadas e buscam outras atividades que podem levar ao mau comportamento. Se estiverem cansadas ou famintas, seu comportamento manifestar\u00e1 descontentamento. Seja paciente e tente mudar a situa\u00e7\u00e3o quando poss\u00edvel. Mantenha as crian\u00e7as ocupadas com atividades que sejam interessantes e apropriadas para sua faixa et\u00e1ria.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a est\u00e1 tentando chamar a aten\u00e7\u00e3o? Muitas vezes as crian\u00e7as se comportam mal porque esta \u00e9 uma forma de chamar a aten\u00e7\u00e3o dos pais. Elas necessitam de aten\u00e7\u00e3o positiva a cada dia. Devem saber que existe um tempo devotado apenas para elas. Sempre louve as crian\u00e7as quando se comportam bem. Isso ir\u00e1 encoraj\u00e1-las a tentar novamente o comportamento aceit\u00e1vel.<\/li>\n<li>A crian\u00e7a est\u00e1 frustrada? Esperar muito por aquilo que deseja ou n\u00e3o ser capaz de realizar algo sozinha pode resultar em comportamento agressivo, exigente e egoc\u00eantrico. Algumas vezes as crian\u00e7as n\u00e3o aprenderam a forma apropriada de expressar o desapontamento. Os pais necessitam estabelecer um exemplo ao mostrar formas aceit\u00e1veis de expressar os sentimentos e identificar os desejos.<\/li>\n<li>Considere todas as causas poss\u00edveis. Algumas vezes pensamos que h\u00e1 apenas uma causa para o comportamento quando pode haver v\u00e1rias. Considere sempre a variedade de fatores que podem contribuir para o comportamento da crian\u00e7a. Pergunte a si mesmo: \u201cComo devo reagir a esse comportamento?\u201d Quando os pais fazem serm\u00e3o e resmungam, e fazem amea\u00e7as in\u00fateis, as crian\u00e7as os ignoram, e ent\u00e3o passam a ser pais de surdos. Ao mudar a forma pela qual eles reagem ou a forma de lidar com a situa\u00e7\u00e3o, os pais podem ajudar seus filhos a lidarem melhor com a situa\u00e7\u00e3o e a se comportarem apropriadamente.<\/li>\n<li>Seja racional e permane\u00e7a calmo. Antes de reagir diante de determinado comportamento, o pai ou a m\u00e3e deveria primeiro parar e pensar: \u201cpor que meu filho fez isto?\u201d Uma vez que consiga identificar os motivos poss\u00edveis, a pr\u00f3xima pergunta deveria ser: \u201cO que eu deveria fazer a respeito do comportamento de meu filho?\u201d<\/li>\n<\/ol>\n<p>Quando os pais reagem com dom\u00ednio pr\u00f3prio diante do comportamento de seus filhos, as crian\u00e7as aprendem a ser mais respons\u00e1veis por seu pr\u00f3prio comportamento. E \u00e9 apenas quando n\u00f3s, pais, compreendemos como as crian\u00e7as pensam e porque se comportam da maneira que o fazem \u00e9 que podemos construir uma ponte entre o ponto de vista da crian\u00e7a e o ponto de vista do adulto.<br \/>\nEsperamos que com essa discuss\u00e3o voc\u00ea: Ir\u00e1 pensar primeiro antes de reagir ao comportamento de seus filhos, examinar e identificar as causas poss\u00edveis para tal comportamento e discutir pacientemente com eles seus sentimentos em rela\u00e7\u00e3o ao comportamento que manifestam.<\/p>\n<h3>Quebre o ciclo da viol\u00eancia<\/h3>\n<ul>\n<li>Cuide. \u201cAmai-vos uns aos outros\u201d.<\/li>\n<li>Apoie \u201cAmar\u00e1s ao teu pr\u00f3ximo como a ti mesmo\u201d.<\/li>\n<li>Ou\u00e7a assim como Jesus, seja algu\u00e9m a quem as pessoas se sintam seguras de procurar e de se abrir. Isso reduz o isolamento e constr\u00f3i a comunidade.<\/li>\n<li>Aprenda meios alternativos de conduzir as crian\u00e7as, sem espanc\u00e1-las. A fim de ajud\u00e1-las a se tornarem semelhantes a Cristo, use o amor para confort\u00e1-las e conduza-as com abordagens que n\u00e3o as deixem feridas f\u00edsica e emocionalmente.<\/li>\n<li>Onde buscar ajuda (Esta se\u00e7\u00e3o necessita ser preenchida pela pessoa que apresenta o semin\u00e1rio juntamente com a igreja ou assistente social).<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As crian\u00e7as podem demonstrar em maior ou menor grau esses sintomas, como, por exemplo, machucados, falta de auto-estima e depress\u00e3o. Estes s\u00e3o apenas exemplos. Abuso f\u00edsico Ferimentos inexplic\u00e1veis no rosto. Ferimentos que estampam a fivela de um cinto. Crian\u00e7as que tem muitos ferimentos em casa e n\u00e3o querem contar o que aconteceu. 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